Vícios dos atos administrativos: resumo para o TCE MA

Os vícios dos atos administrativos são presença garantida na prova de Direito Administrativo do concurso TCE MA, e caem tanto na parte específica quanto nas questões de controle externo. A prova do Cebraspe está marcada para 22 e 29 de novembro, então quem garantiu a inscrição já estuda contra o relógio.
Saber quando um ato é nulo, quando é anulável e o que a Administração pode consertar depois vale ponto certo no gabarito. E tem uma armadilha que derruba gente preparada: nem todo defeito mata o ato. Alguns dá para convalidar, outros não têm salvação. Aqui a gente separa cada vício por elemento, mostra onde o Cebraspe costuma pegar e diz o que estudar primeiro.
Concurso TCE MA: a fase atual
O edital já saiu e as inscrições foram encerradas. Quem passou na etapa de inscrição agora estuda para a prova objetiva, que o Cebraspe aplica em duas datas. Os números que importam:
- Banca: Cebraspe.
- Vagas: 40, para cargos de nível superior.
- Remuneração: até R$ 20.112,20.
- Provas: 22 e 29 de novembro de 2026.
A ficha completa, com cargos e etapas, está no artigo sobre o edital do concurso TCE MA com 40 vagas. Vale deixar aberto numa aba enquanto você monta o plano de Direito Administrativo.
Vícios do ato administrativo: como organizar o estudo
O ato administrativo tem cinco elementos, e o vício aparece quando um deles falha. Guarde os cinco pela ordem da Lei nº 4.717/1965, a Lei da Ação Popular: competência, finalidade, forma, motivo e objeto. Cada defeito tem nome próprio e, o que mais importa para a prova, um destino diferente.
Vício de competência
Acontece quando o ato é praticado por quem não tinha atribuição legal para aquilo. Os nomes clássicos são o excesso de poder, quando o agente extrapola os limites da sua competência, e a usurpação de função, quando quem pratica o ato nem é agente público. Esse é um dos dois vícios que a Administração pode convalidar, desde que a competência não seja exclusiva nem definida em razão da matéria.
Como estudar: fixe a diferença entre excesso de poder e desvio de finalidade, porque o Cebraspe adora trocar um pelo outro. Excesso de poder é problema de competência; desvio de finalidade é problema de finalidade.
Vício de finalidade
É o desvio de poder, também chamado de desvio de finalidade. O agente até tem competência, mas usa o ato para um fim diferente daquele que a lei determina, seja um interesse pessoal, seja outro fim público qualquer. A remoção de um servidor usada como punição disfarçada é o exemplo de manual.
Como estudar: grave que esse vício não se conserta. Finalidade é elemento sempre vinculado, então o ato viciado aqui é nulo e não admite convalidação.
Vício de forma
Surge quando o ato não segue a forma que a lei exige, por exemplo um ato que precisava ser motivado por escrito e saiu sem motivação. É o segundo vício convalidável, mas só quando a forma não for essencial para a validade do ato.
Como estudar: decore a dupla que a banca cobra junto. Os vícios sanáveis, que admitem convalidação, são o de competência e o de forma. Os três restantes são insanáveis.
Vício de motivo e vício de objeto
O vício de motivo aparece quando o motivo declarado não existe ou é falso, e aqui entra a teoria dos motivos determinantes: uma vez exposto o motivo, o ato fica preso à verdade dele. O vício de objeto é a ilegalidade do conteúdo, quando o objeto é ilícito, impossível ou indeterminado. Os dois são insanáveis e levam à nulidade.
A mesma lógica cai no concurso TCE GO para técnico de controle externo, que também usa a Lei nº 9.784/1999 como base das questões de ato administrativo.
Erros que podem comprometer a sua aprovação
Ato administrativo é matéria de detalhe. Os tropeços mais comuns não vêm da falta de estudo, vêm da leitura apressada do enunciado.
Achar que todo vício anula o ato
É o erro número um. A Lei nº 9.784/1999, no artigo 55, permite convalidar defeitos sanáveis quando não houver lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros. Convalidáveis são competência e forma. Quem marca "nulo" para tudo perde a questão que testa justamente a convalidação.
Confundir anulação com revogação
Anulação é para ato ilegal e tem efeito retroativo, ex tunc. Revogação é para ato legal que virou inconveniente ou inoportuno e vale daqui para a frente, ex nunc. A Súmula 473 do STF trata das duas na mesma frase, e é dela que a banca tira a pegadinha. Leia a súmula inteira, não só o comecinho.
Estudar a teoria e pular as questões
Vício de ato sem resolver questão vira conhecimento morto. Resolva ao menos vinte questões do Cebraspe sobre o tema e anote o padrão de cada erro, porque a banca repete a estrutura das pegadinhas de uma prova para a outra.
Quer saber mais sobre o concurso TCE MA?
O passo a passo de matérias, pesos e cronograma está no guia de como estudar para a prova do Cebraspe no TCE MA, que encaixa o Direito Administrativo no restante do edital.
Prepare-se com a Revolução
Vício do ato administrativo rende questão em quase todo concurso de controle e de área fiscal, dos tribunais de contas ao controle interno. Na Revolução você estuda o tema do jeito que a banca cobra: o mapa dos cinco elementos, a tabela do que convalida e do que não convalida, e bateria de questões comentadas para fixar a diferença que o gabarito exige. É assim que a teoria vira acerto na folha de respostas.
Concurso TCE MA: principais informações
- Fase atual: edital publicado, inscrições encerradas, prova marcada.
- Banca: Cebraspe.
- Cargos: nível superior.
- Vagas: 40.
- Escolaridade: ensino superior.
- Remuneração: até R$ 20.112,20.
- Provas: 22 e 29 de novembro de 2026.
Resumo
Resumo rápido: os vícios dos atos administrativos nascem da falha em um dos cinco elementos (competência, finalidade, forma, motivo e objeto). Só competência e forma admitem convalidação; finalidade, motivo e objeto são insanáveis e levam à nulidade. No concurso TCE MA, com prova do Cebraspe em 22 e 29 de novembro, o segredo é não achar que todo vício anula e não confundir anulação com revogação.
Conteúdo produzido pela equipe da Revolução Concursos. Última atualização: outubro de 2026.



