Concurso Polícia Penal RN: prova pode ser anulada

O concurso Polícia Penal RN entrou na mira do Ministério Público. Nesta terça-feira, 15 de setembro de 2026, a 70ª Promotoria de Justiça de Natal, do MPRN, abriu um procedimento para apurar se a prova objetiva aplicada no domingo, 13 de setembro, deve ser anulada por suspeita de fraude. As provas não foram anuladas: o que existe, por enquanto, é uma investigação para medir o tamanho do estrago.
O estopim foi a prisão em flagrante de 11 candidatos durante a aplicação, acusados de portar equipamentos eletrônicos para transmitir dados de dentro da sala. É a etapa que vale as 260 vagas da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), com organização da SEAD e banca Instituto Avalia.
O que o MPRN está investigando
O procedimento da 70ª Promotoria mira três pontos concretos, e não apenas as prisões:
- Equipamentos eletrônicos na sala: os 11 presos em flagrante teriam usado aparelhos para receber ou enviar respostas durante a objetiva.
- Imagens circulando em tempo real: o MP apura o compartilhamento de fotos do caderno de questões em aplicativos de mensagens no horário da prova.
- Segurança na entrada: documentos policiais apontam que nem todos os locais de aplicação tiveram detector de metais, o que teria facilitado a entrada dos aparelhos.
Para reunir as respostas, a Promotoria requisitou esclarecimentos à Secretaria de Administração e ao Instituto Avalia. As duas têm prazo de 15 dias para explicar os locais de prova, as medidas de prevenção adotadas e o uso, ou a falta, de detectores de metais.
Nada disso significa que a prova caiu. A portaria não determina a anulação imediata: ela abre a apuração para avaliar se as irregularidades comprometeram a lisura do certame a ponto de justificar essa medida. Na prática, quem fez a prova segue no jogo, mas com um ponto de interrogação em cima do resultado até o MP concluir.
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Se você quer relembrar as vagas por cargo, os salários e as etapas que vêm depois da objetiva, o concurso Polícia Penal RN, com 260 vagas e até R$ 5,7 mil, reúne a jornada completa em uma página. O passo a passo do gabarito preliminar e do prazo de recurso também segue valendo enquanto a investigação corre.
Prepare-se com a Revolução
Investigação aberta não é prova anulada, e ninguém deveria parar de estudar por causa de um procedimento que pode levar semanas. Se o certame seguir de pé, o Policial Penal ainda enfrenta teste físico, avaliação psicológica, exame toxicológico, investigação social e curso de formação. Se a objetiva for anulada e refeita, quem já dominou o edital larga na frente da fila.
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Polícia Penal RN: principais informações
- Fase atual: prova objetiva aplicada em 13 de setembro de 2026, sob investigação do MPRN
- Novidade: procedimento aberto em 15 de setembro pela 70ª Promotoria de Justiça de Natal para apurar suspeita de fraude
- Motivo: 11 candidatos presos com equipamentos eletrônicos, imagens do caderno em aplicativos e falha nos detectores de metais
- Prazo: 15 dias para a Secretaria de Administração e o Instituto Avalia prestarem esclarecimentos
- Situação da prova: não anulada; o MP avalia se há motivo para anular
- Vagas: 260 imediatas mais cadastro de reserva (200 Policial Penal e 60 Especialista)
- Banca: Instituto Avalia
- Edital: nº 002/2026 (SEAD/RN)
Resumo
Resumo rápido: o concurso Polícia Penal RN, com 260 vagas e banca Instituto Avalia, teve a prova objetiva de 13 de setembro de 2026 colocada sob investigação do MPRN. Em 15 de setembro, a 70ª Promotoria de Justiça de Natal abriu um procedimento para apurar suspeita de fraude, depois da prisão de 11 candidatos com equipamentos eletrônicos, do compartilhamento de imagens do caderno e da falta de detector de metais em parte dos locais. As provas não foram anuladas: a Secretaria de Administração e o Instituto Avalia têm 15 dias para se explicar.
Última atualização: 16 de setembro de 2026. As informações seguem o procedimento da 70ª Promotoria de Justiça de Natal (MPRN) e os comunicados da SEAD/RN e do Instituto Avalia. Confira sempre a fonte oficial antes de qualquer decisão.



